terça-feira, 26 de abril de 2011

Como fazer o seu curriculo

http://www.efetividade.net/2007/09/07/como-fazer-seu-curriculo-modelos-originais-de-curriculum-vitae-e-dicas-de-preenchimento/


Currículo é o documento em que se reúnem dados relativos às características pessoais, formação, experiência profissional e/ou trabalhos realizados por um candidato a emprego, atividade de autônomo, ou cargo específico.
Como fazer meu currículo? Esta é uma dúvida comum, e oferecer um bom modelo de curriculum vitae que possa ser preenchido pelo candidato a um emprego ou estágio costuma ser uma boa resposta.
Mas muitas pessoas em busca de uma vaga ou de uma oportunidade para entrevista caem em uma armadilha comum: buscam sempre os mesmos modelos de currículo e assim parecem apenas “mais um na multidão” desde a primeira vez em que o recrutador tem contato com suas informações.

 

É por esta razão que o Efetividade.net vai adiante: além de oferecer modelos de currículo gratuitos e originais, ainda explica como você deve preenchê-los e personalizá-los para se destacar sem passar dos limites, garantindo maior chance de obter atenção positiva do seu futuro empregador.

Modelo de currículo para download
Já analisei muitos currículos mal produzidos, e por esta razão procuro fazer minha parte para que candidatos realmente interessados em um primeiro emprego, emprego temporário, estágio ou mesmo recolocação possam ter alguma referência ;-)

 

Clique para
download do modelo acima para editar no seu computador

Comece fazendo o download do modelo acima, que foi desenvolvido originalmente aqui pelo Efetividade.net e já foi destaque na revista Veja.

Currículo para baixar

O arquivo está disponível para download em 5 formatos diferentes que você pode escolher:
Este é um modelo de apenas uma página, ideal para quem está em busca do primeiro emprego ou recolocação. Se você não tem dados suficientes para “rechear” seu currículo, siga a dica dos profissionais para aumentar sua empregabilidade: use parte do seu tempo disponível para participar de eventos promovidos pelo SENAC, SENAI, SEBRAE ou outras entidades de fomento ao mercado, e o seu currículo automaticamente irá se enriquecer – gerando uma vantagem em relação aos seus demais colegas que estão na mesma busca, mas cujos currículos permanecem um grande vazio.
Note que foram tomados cuidados especiais para evitar o efeito de “folha vazia”. A margem esquerda foi ampliada, os títulos das seções estão dentro de células que ocupam a boa parte da linha, e outros truques tipográficos foram empregados para garantir de forma harmoniosa o preenchimento do espaço. Note que os truques óbvios, que saltam aos olhos de qualquer avaliador – como aumentar o tamanho da fonte e o espaçamento – foram completamente abandonados.
Se você quiser usar este modelo, o ideal é que você apenas o visualize (preferencialmente o PDF) e construa o seu próprio arquivo a partir dele, para que não seja idêntico ao de mais nenhum candidato à mesma vaga.
Após preencher seus dados, veja as dicas adicionais destes artigos:
Veja também o outro modelo original de currículo do Efetividade.net: “Modelos de curriculum grátis para download – parte 1: primeiro emprego
E se você busca informações sobre currículo sem experiência, veja o modelo específico disponível acima, e leia também os artigos “Currículo sem experiência” e “Emprego sem experiência? Existe solução“.

Como conseguir estágio na área de T.I

http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/como-conseguir-estagio-na-area-de-t-i/19939/

É engraçado como a nossa visão muda em relação à área em que desejamos atuar quando nos encontramos na faculdade. Muitas pessoas pensam que “sobram” vagas no mercado de Tecnologia da Informação, mas depois descobrem que, como qualquer outro ramo, esse segmento é competitivo e exige alta qualificação para que o profissional se destaque.

Uma área específica como essa exige investimentos na carreira para que os candidatos encontrem uma boa oportunidade de emprego ou estágio. Cursos extra-curriculares para especialização e conhecimento da língua inglesa já são grandes diferenciais e colocam o candidato um passo à frente de seus concorrentes que não estão no mesmo patamar e que correm o risco de ficar fora do mercado por conta disso.

Uma pesquisa realizada este ano por uma consultoria de Recursos Humanos revelou que o país é o maior investidor em estágio da América Latina, porém, os brasileiros são os menos qualificados no mercado internacional devido a falta de conhecimento. É notável que aqueles que não investem em si mesmos encontram uma grande dificuldade de se colocar no mercado de trabalho e, dessa maneira, adquirem pouca experiência para atuar na área, possuindo os menores salários.

O estágio tem papel fundamental durante os anos da formação acadêmica e na carreira de um profissional porque coloca o universitário em contato direto com os desafios da profissão e esse é o melhor momento de aprendizagem para o jovem. E para os que almejam vagas em TI, sugiro algumas formas para chegar lá:

• Especialize-se – No mercado de trabalho não há espaço para “genéricos“. Já decidiu em que área irá atuar dentro da profissão que escolheu? Se sim, não cruze os braços e vá em frente. Procure cursos que possam aprimorar seus conhecimentos e trazer novidades que serão importantes para sua carreira. Se ainda não sabe exatamente o que vai fazer, não perca tempo! Vá atrás de profissionais experientes e professores para solucionar suas dúvidas e dar uma melhor direção ao seu caminho;

• Dinheiro não é problema – É verdade que alguns cursos são pagos, e alguns até bem caros, mas não é a falta de renda que irá pará-lo. Existem cursos de especialização oferecidos pelo Governo ou então por empresas que dão descontos e que podem ajudá-los nessa empreitada. Aproveite também as palestras ministradas na própria faculdade, elas são importantes para o seu know-how. Além disso, vale lembrar que vivemos nos tempos da informação. Utilize-se de ferramentas de busca e aprendizado on-line para ganhar tempo e conseguir diferenciar-se de seus concorrentes; e

• Estude, não pare de aprender – O curso de graduação é um ótimo caminho para aprender na teoria e na prática o que realmente acontece mercado afora. Porém, o profissional diferenciado é aquele que vai além do que lhe é entregue nas mãos; ele vai atrás de mais informações e dá passos adiante e independentes. Procure fazer isso, estude e adquira o máximo de conhecimento necessário, isso faz muita diferença em uma entrevista de estágio e, com certeza, chamará atenção do seu recrutador!


Giuliano Bortoluci é Diretor de Comunicação do Site Estagiários.com.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Para profissionais de TI, segurança ainda é barreira na nuvem

http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/04/19/para-profissionais-de-ti-seguranca-ainda-e-barreira-na-nuvem/
Estudo realizado pela Accenture revela que área de negócios não possui a mesma visão. Acredita que segurança e privacidade não são problemas.

Por Computerworld/PT    19 de abril de 2011 - 14h04

Cloud computing ainda gera desconfiança entre profissionais de TI. A conclusão é do estudo Cloud and the Future of Business: From Costs to Innovation, realizado pela Accenture em conjunto com a unidade de outsourcing da London School of Economics and Political Science. De acordo com o levantamento, as equipes de tecnologia da informação veem segurança e privacidade como barreiras para a adoção de modelos de computação baseados na nuvem.
“Uma das descobertas mais interessantes foi que havia uma lacuna entre os gestores de negócios e os departamentos de TI”, diz Andrew Greenway, responsável pelo estudo por parte da Accenture. “Os empresários disseram que não veem a segurança nem a privacidade como um problema em torno da cloud computing. Por outro lado, o pessoal de TI vê a privacidade dos dados, o risco de aprisionamento e a segurança, como um grande problema.”
Greenway acredita ainda que “os recursos humanos de TI também não estão convencidos dos benefícios da nuvem assim como a comunidade empresarial”.
Para Greenway é preciso reduzir essa diferença. Caso contrário, os gestores de negócio podem contratar os serviços pretendidos, contornando a opinião dos departamentos de TI. “Isso vai causar um choque nas equipas de TI, levando-as a disponibilizar serviços muito mais rapidamente e com maior agilidade”, afirma.
A Accenture ouviu mais de mil gestores de negócios e de TI para chegar aos resultados do estudo. Além disso, os analistas realizaram mais de 35 entrevistas com responsáveis dos principais prestadores de serviços de cloud computing, integradores de sistema e utilizadores. O relatório abrange a evolução de cloud durante os últimos dois anos e reforça a visão de que a nuvem vai afetar a TI.
“Há a necessidade de os departamentos aderirem ao modelo e perceberem que o mundo vai ser diferente, além de exigir um método muito mais transparente e ágil para disponibilizar capacidades de TI no futuro”, diz Greenway. O executivo prevê que haverá uma grande mudança de direção para a TI, capaz de produzir um forte impacto nas organizações.
As organizações vão ter de se adaptar às mudanças e aprender a gerenciar serviços de cloud computing para disponibilizar funcionalidades e aplicações de TI ao negócio, de forma consistente e flexível. Podem constituir grandes desafios a gestão dos dados em múltiplos sistemas de diferentes fornecedores de serviços de cloud, mantendo ao mesmo tempo boa governação e garantias sobre a informação, segundo a Accenture.
A Accenture acredita ainda que um novo tipo de departamento de TI surgirá e deverá se tornar o departamento de TI 2.0. “Haverá pofissionais capazes de disponibilizar vários serviços em horas em vez de anos", finaliza.

Salários de Tecnologia no Brasil (valores expressos em R$)

http://computerworld.uol.com.br/carreira/tabela_salarios


CargoPorte0-2 anos3-5 anos6-9 anos10-15 anosMais de 15 anos
Diretor de TI / CIOP/M
G
10.000 - 15.000
18.000 - 22.000
12.500 - 17.000
19.500 - 24.000
14.000 - 19.000
22.000 - 30.500
16.500 - 22.000
26.000 - 32.500
18.000 - 25.000
30.000 - 45.000
Gerente de TIP/M
G
10.000 - 15.000
11.500 - 17.000
12.000 - 17.000
14.000 - 19.000
14.000 - 19.000
16.000 - 22.000
16.500 - 22.000
18.500 - 24.000
18.000 - 25.000
20.000 - 28.000
Gerente de Infraestrutura / TelecomG11.000 - 16.00012.000 - 19.00015.000 - 22.00017.000 - 23.00019.000 - 25.000
Gerente de Sistemas / DesenvolvimentoG10.500 - 15.00011.500 - 17.50013.000 - 18.50015.500 - 22.00018.000 - 24.000
Gerente de Serviços / OperaçõesG9.000 - 13.00010.500 - 15.00011.500 - 16.00013.000 - 19.00016.000 - 24.500
Gerente de projetoP/M
G
6.000 - 8.000
7.000 - 10.000
7.000 - 10.000
7.500 - 11.500
8.000 - 11.500
9.000 - 13.000
8.500 - 12.500
10.000 - 15.000
9.500 - 13.500
12.500 - 17.000
Coordenador de infraestrutura / telecomP/M
G
5.500 - 8.000
6.000 - 8.500
6.000 - 9.500
7.000 - 10.000
7.500 - 11.000
8.000 - 12.000
8.000 - 13.500
9.500 - 14.000
11.000 - 14.500
12.000 - 16.500
Coordenador de Sistemas / DesenvolvimentoP/M
G
5.000 - 7.500
6.000 - 8.000
6.000 - 8.500
6.500 - 10.000
7.500 - 11.000
8.000 - 12.000
8.000 - 12.500
9.000 - 13.500
11.000 - 15.500
11.000 - 16.500
Coordenador de SegurançaG4.500 - 7.0005.000 - 8.0006.000 - 10.0008.000 - 12.0009.000 - 15.500
Analista de ProjetosP/M
G
2.500 - 4.000
2.500 - 5.000
3.000 - 6.000
3.000 - 7.000
5.000 - 9.000
5.000 - 9.000
6.500 - 11.000
6.500 - 11.500
8.000 - 13.000
8.000 - 14.000
Analista de Negócios / ProcessosP/M
G
2.500 - 4.500
3.000 - 5.000
3.500 - 6.500
4.000 - 8.500
5.000 - 8.000
5.500 - 11.000
6.500 - 10.000
7.000 - 13.000
9.000 - 13.500
9.500 - 15.000
Analista de Infraestrutura / TelecomP/M
G
2.500 - 4.000
2.500 - 4.500
3.000 - 6.000
3.500 - 7.000
5.000 - 8.000
5.000 - 10.000
6.000 - 10.000
7.000 - 11.500
7.000 - 12.000
8.000 - 13.000
Analista de Business Intelligence / ERPsP/M
G
2.500 - 4.000
2.500 - 4.500
3.000 - 6.000
4.000 - 7.000
5.000 - 9.000
6.000 - 10.000
7.500 - 11.000
8.000 - 12.500
9.000 - 14.000
10.000 - 15.000
Analista de Sistemas / DesenvolvimentoP/M
G
2.000 - 4.000
2.000 - 4.500
3.000 - 6.500
4.000 - 8.000
5.000 - 9.000
6.000 - 11.000
7.500 - 11.000
8.000 - 12.500
9.000 - 14.000
10.000 - 15.000

Pequena e média empresa (P/M) - até R$ 500 milhões de faturamento ao ano
Grande empresa (G) - a partir de R$ 500 milhões de faturamento ao ano
Os dados referem-se a pesquisa realizada em 2010
Os valores envolvem apenas salário fixo, excluindo bônus
Fonte: Robert Half

Caça talentos entra nas redes sociais

http://computerworld.uol.com.br/blog/profissao-ti/2011/04/19/caca-talentos-entra-nas-redes-sociais/

Quando o mundo passou pela revolução da internet, a rede logo tornou-se meio preferencial não só para coleta de informações e pesquisas, mas também para busca da sonhada vaga de emprego. Por meio dela, os profissionais e aspirantes passaram a pesquisar empresas, encontrar novos contatos e garimpar formas cada vez mais personalizadas de abordar possíveis empregadores.
Logo vieram a web 2.0 e as redes sociais. Com elas, uma maneira ainda mais fácil de fazer relacionamento, descobrir vagas e conquistar contatos mais profundos nas empresas. As companhias e agências já começam a encarar as redes sociais como poderosas ferramentas de recrutamento e seleção de profissionais.

No entanto, antes de desenhar a própria estratégia para o uso dessas redes, é necessário separar o joio do trigo. As redes sociais dividem-se por tipo e enfoques. Mas a atitude e o comportamento de cada indivíduo [buscando manter uma boa imagem online perante os empregadores] devem permear todos os meios.
De acordo com o consultor sênior da divisão de TI da Michael Page, Eric Toyoda, no meio profissional a LinkedIn realmente é a mais importante, pela quantidade de profissionais que agrega com meta de networking e suas ferramentas específicas, e deve ser privilegiada no processo de cuidado com a imagem online.

“É importante lembrar que currículo e outras etapas no processo de contratação não vão deixar de existir, sendo que as redes sociais são um complemento”, afirma Toyoda. Por essa razão, é necessário manter coerência entre currículo, informações nas diversas redes e entrevista para que as redes sociais não prejudiquem em vez de ajudar. E no LinkedIn, em que há descrição de atividades e cargos, isso ganha especial importância.
Para a especialista em recrutamento da divisão de TI na Robert Half, Maria Paula Menezes, a confusão entre redes sociais de diversas finalidades é um grande erro do profissional, ainda que todas ajudem a formar a imagem on-line do profissional. “Além de saber onde executar cada atividade, o ponto fundamental é não mentir. É importante reverter o perfil a favor, com realizações e objetivos atingidos, mas sempre com a verdade, até para manter a coerência nas diversas redes”, avalia.
No quesito busca de informações, as redes também oferecem grande ajuda, mas, de novo, cabe tomar cuidado. “Na maioria das vezes, elas não estão atualizadas. Por isso, as empresas ainda encaram o currículo como ferramenta principal.” Do lado do usuário, no entanto, a manutenção de perfis atualizados pode ajudar potenciais funcionários que apostam nas ferramentas para agilizar recrutamentos.
Além de realizar um planejamento e de incluir as redes sociais como estratégia para melhorar a posição na carreira, é recomendável respeitar as regras de ouro de manutenção da imagem online, como evitar abordar temas polêmicos e se envolver em discussões que possam afetar a imagem do profissional ou bater de frente com valores de empresas. Confira no quadro um resumo baseado nos especialistas ouvidos pela Computerworld.
Dicas para garantir uma boa imagem nas redes sociais
Linkedin
Única das grandes redes sociais voltada para uso profissional. É uma ferramenta muito valorizada por recrutadores, além de permitir ao usuário manter o networking virtual em dia.
Como usar: deve ser atualizada com todas as informações profissionais possíveis, realizações relevantes e resultados alcançados, dando uma dimensão exata da experiência do candidato a emprego. Pode ser usada também como uma forma de pesquisar contatos, além de demonstrar que possui uma rede de pessoas ampla e abrangente, coerente com o próprio perfil profissional.
Visão corporativa: as empresas que pesquisam redes sociais profundamente costumam avaliar em quais discussões o profissional se envolve e a qualidade da sua participação, de preferência em temas relevantes à vaga para a qual ele está sendo avaliado. Por isso, é importante manter uma atividade constante na rede, discutindo aspectos importantes do mercado em que atua.
Cuidados: muitos profissionais acham importante obter recomendações pessoais em um campo do LinkedIn destinado a isso, mas os recrutadores não dão tanta importância a ele, por saber que em geral ele está viciado, recheado de opiniões de pessoas que, na verdade, desenvolveram relações de amizade com o candidato nas empresas nas quais atuaram juntos.
Um aspecto fundamental do LinkedIn é manter toda a descrição do profissional no site coerente com o currículo que envia para as companhias. Se houver divergências ou inconsistências, principalmente com nomes de cargos e atividades descritas, o perfil pode gerar eliminações em vez de ajudar na colocação profissional. Por fim, nas discussões sobre passagens por outras empresas, é necessário tomar o maior cuidado para não revelar informações sensíveis ou confidenciais de outras companhias. Vai gerar falta de confiança.
TwitterMisto de rede profissional e pessoal. Permite ao profissional compartilhar dicas do seu dia a dia e de conteúdos que julga interessante, além de informar sobre sua presença online com links para suas atividades. Serve também para contatos rápidos, inclusive para eventuais oportunidades de emprego.
Como usar: apesar de menos importante que o LinkedIn, o profissional que julgar a ferramenta como essencial para suas pretensões pode apostar em um cliente para Twitter, no qual poderá cadastrar pesquisas, fazer listas com os geradores de conteúdo mais interessantes e com perfis que divulgam oportunidades, buscando o máximo aproveitamento de seu potencial.
Visão corporativa: a empresa só levará em conta o Twitter do profissional em seu processo de seleção se isso fizer parte da sua estratégia de recrutamento. Caso isso ocorra, levará em conta o número de seguidores, a rede que o profissional conseguiu criar, a qualidade e a relevância do conteúdo postado e a clareza com a qual as ideias são expostas.
Cuidados: o Twitter é um meio muito rápido para expressar e exibir opiniões.
E é por isso que ele é responsável por algumas das maiores gafes de empresas e profissionais, não sendo raros os casos de demissões que ocorreram por conta de frases totalmente inadequadas escritas “no calor do momento”. A recomendação mais importante é planejar um post no Twitter como se fosse um e-mail a ser enviado, com revisão e refletindo mais de uma vez sobre seu conteúdo, principalmente quando o assunto em questão é polêmico ou controverso.
FacebookPor ser a mais pessoal das três principais redes sociais do momento, é o lugar certo para o usuário mostrar outras faces da sua personalidade, como hobbies, gostos musicais, além de publicar atualizações de cultura geral, participar de movimentos sociais não relacionados à atividade profissional e retomar contatos de todos os tipos.
Como usar: não há muitas regras para a rede, mas se o objetivo for criar uma imagem profissional, vale participar de páginas e comunidades que sejam relacionadas ao trabalho e integrar discussões aprofundadas sobre esses temas.
Visão corporativa: quando as empresas procuram por alguém no Facebook, geralmente estão interessadas em traços de sua personalidade e se os valores pessoais do indivíduo estão de acordo com os da empresa. Cabe a cada usuário refletir o que vale a pena deixar como informação pública. Vale lembrar que as opções de privacidade do Facebook permitem esconder todas as informações de quem não é amigo na rede social.
Cuidados: uma simples diretriz pode evitar muitos problemas: jamais expressar na rede social aquilo que não seria expresso ao vivo, para pessoas em carne e osso. Vale também evitar participar de páginas polêmicas ou que possam prejudicar a imagem pessoal. E, assim como no LInkedIn, é necessário tomar cuidado para não publicar informações confidenciais da empresa.

Como montar um bom plano de carreira na área de TI

http://www.americadata.com.br/blog/2010/06/28/como-montar-um-bom-plano-de-carreira-na-area-de-ti/

Segundo pesquisa, a maioria das empresas ainda não oferece um plano de carreira que atenda aos anseios dos indivíduos à procura de uma experiência internacional.
Para a professora da instituição belga Katholeke Universiteit Leuven, Maddy Janssens, um bom plano de carreira na área de TI depende de o profissional cumprir alguns passos básicos. E a especialista montou um roteiro para quem busca o sucesso no setor, a partir da análise de executivos em diferentes segmentos da indústria.
De acordo com a professora, o primeiro passo é estudar quais as oportunidades profissionais oferecidas pelo empregador. Isso inclui todos os roteiros possíveis de carreira e as políticas do departamento de recursos humanos.
Depois de o candidato ou o funcionário descobrir qual o caminho que pode percorrer dentro da empresa, vem o segundo passo: definir as expectativas e as metas. Janessens afirma que, se houver qualquer discrepância entre o roteiro do empregador e as aspirações do empregado uma das melhores alternativas pode ser analisar um novo emprego.
“Em determinadas instâncias a saída é o caminho mais apropriado”, ressalta a especialista. Ainda de acordo com ela, alguns indícios mostram que está na hora de buscar outro emprego, em especial, quando as aspirações do funcionário não correspondem ao proposto pela organização. “No caso de muitos dos gerentes que entrevistei, essa oportunidade se concretiza quando procuram outras matrizes das companhias, nas quais as decisões são tomadas”, afirma a professora.
Segundo a pesquisa, a maioria das empresas ainda não oferece um plano de carreira que atenda aos anseios dos indivíduos à procura de uma experiência internacional.
De acordo com o CIO da empresa canadense de logística Damatic, Allan Davis, essa ansiedade dos profissionais em buscar novas oportunidades cria um desafio para o gestor de TI, o qual já tem de lidar com uma falta de mão-de-obra qualificada.
Segundo Davis, a mudança de empregos para atender a um plano de carreira pré-determinado nem sempre representa o melhor caminho para o profissional. “É partir do princípio de que a vida dos outros é mais colorida que a própria. Faz parte das atribuições da gerência de TI garantir que os empregados jamais cheguem nesse ponto”, diz.
O executivo afirma que o pula-pula de um emprego para o outro é uma opção para empresas grandes, ao passo em que a Damatic prefere realizar promoções cruzadas dentro da própria empresa.
“Apostamos em aumentar o envolvimento dos funcionários nos negócios da empresa e tivemos vários colaboradores mudando de área com o passar do tempo. Na época em que fui funcionário do setor de serviços, contratei um sujeito para trabalhar no laboratório; hoje em dia ele é gerente geral do departamento comercial”, elenca o CIO. Ele conta que, sempre que identifica alguém em TI que pareça irriquieto, analisa o perfil do profissional e conversa com ele, com o intuito de verificar se pode interessar-se por outra oportunidade em aberto – inclusive fora da TI.
ConclusãoDavis admite que segurar bons profissionais nas organizações tem sido um desafio para os CIOs, mas diz que isso é perfeitamente administrável.
“O desafio”, afirma Davis ”é manter a ocupação interessante e propor constantes trabalhos que exijam empenho por parte dos empregados. Queremos que nossos colaboradores entendam as necessidades da empresa; não acredito que um TI possa fazer um bom trabalho se não compreender profundamente quais são as demandas na organização”.
Fonte—->>  http://computerworld.uol.com.br