segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Chemtech Carreiras | Engenharia Química



Dando continuidade à série especial sobre as diversas carreiras que o profissional de engenharia pode trilhar na Chemtech, esta matéria adentra o universo da engenharia química. Aqui, você confere nossas atuações na área, além de verificar as oportunidades para fazer parte desta equipe inovadora em soluções tecnológicas.
Engenharia Química
Segurança de processos é um dos diversos campos de trabalho
Do meio ambiente à indústria. Este é o vasto campo de trabalho de um engenheiro químico. Especializado no desenvolvimento de processos que empregam transformações físico-químicas, este profissional pode ser acolhido em diversos setores do mercado de trabalho que exige o conhecimento de aplicação de novas tecnologias, desenvolvimento sustentável, extração de matérias primas, produção de equipamentos e materiais, entre outros.
Na Chemtech, cujo nome vem dos prefixos de chemistry + technology, o engenheiro químico pode trabalhar nas disciplinas de processo, segurança de processos, instrumentação e análise de riscos. Essas quatro equipes empregam profissionais da engenharia química que têm a oportunidade de trabalhar em projetos de grandes empreendimentos do país e do mundo, na área de óleo e gás. As atividades variam conforme o escopo desses projetos, que vão desde o levantamento de campo, passando pela análise de documentos de referência, à elaboração de documentos de engenharia. Estudos de eficiência energética complementam essa lista de soluções realizadas pela empresa.
Hoje, mais de 30% do corpo de funcionários da Chemtech é formado por engenheiros químicos. Grande parte pertence à equipe de processos, coordenada pela gerente sênior Karla Basile. Ela explica que o foco da disciplina também permite a contratação de graduados em engenharia do petróleo. “Por ser uma área mais específica, que lida diretamente com a extração e produção do combustível fóssil, muitas vezes precisamos contratar engenheiros de petróleo, já que esta especialidade não é um foco da formação em engenharia química”, ressalta Karla Basile, que hoje segue a carreira gerencial.
Outra área a que o engenheiro químico pode se dedicar é a de segurança de processos. “É uma especialidade que tem uma grande demanda atualmente”, lembra a gerente. Nossos colaboradores desenvolvem soluções customizadas para cada cliente, visando à gestão de riscos na área de segurança de processos, com foco tanto na segurança e proteção dos colaboradores e da unidade de processos quanto na minimização de perdas patrimoniais e de impactos ambientais. Desse modo, até os custos dos recursos empregados são reduzidos. “Cada vez mais, as indústrias precisam focar na segurança de processos, pois é uma necessidade que vem para garantir a segurança de pessoas envolvidas e, em menor ou maior intensidade, a segurança do meio ambiente”, completa.

Oportunidades
Com a entrada de novos projetos na empresa, nossas equipes estão aumentando. Se você quer fazer parte deste time, cadastre seu currículo na seção Trabalhe Conosco do nosso site para se candidatar. E para ficar por dentro das novidades em recrutamento, acompanhe a Chemtech no Twitter e no Facebook.


Saiba como construir carreira de TI em empresas públicas

http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67913


Nos últimos anos, quem acompanhou os editais de concursos públicos percebeu uma quantidade cada vez maior de vagas para cargos de nível superior em TI. A tendência chama a atenção não apenas por demonstrar que o setor está mais empenhado em captar talentos na área, mas também por alguns salários oferecidos, muitas vezes superiores aos da iniciativa privada. Um exemplo é o concurso realizado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), no ano passado, em que graduados em tecnologia da informação, análise de sistemas, sistemas de informação, engenharia da computação ou ciência da computação disputaram vagas de analista com salário inicial de R$ 9.552,00. Nada mal para quem já se sentia atraído pela estabilidade e outra série de direitos restritos ao funcionalismo público.
Em quantidade, as vagas específicas ainda são pouco significativas. A boa notícia é que este número tende a aumentar. Enquanto isso, aqueles em fase inicial de carreira dispostos a conquistar seu espaço no setor público podem disputar vagas em carreiras básicas, fora da área de TI. Uma vez aprovados e contratados, podem direcionar o desenvolvimento para a sua área de formação, por meio de capacitação e da participação em concursos internos. No Banco do Brasil, por exemplo, não há seleção pública para cargos específicos de TI. "Todo profissional do banco entra por concurso na carreira de escriturário e vai trabalhar em agência. Foi assim que entrei, em 1986", diz Anderson Luis Cambraia Itaborahy, gerente-executivo do projeto de governança de TI da instituição.
Itaborahy, que se formou engenheiro elétrico quando já estava no banco, conta como se desenvolveu e foi parar na área tecnológica, depois de passar por departamentos diversos, como o de crédito rural. "Eu estudava informática por conta própria e me interessei muito pela carreira de TI", revela. A oportunidade surgiu seis anos após o seu ingresso na instituição, quando houve um concurso interno nacional para a área.
O executivo foi aprovado, enviado para um curso de capacitação e assumiu função em Belo Horizonte, em 1992. Posteriormente, foi transferido para Brasília, na ocasião em que toda a TI da instituição foi concentrada no Distrito Federal. "É assim que os profissionais ingressam e crescem na TI do BB. Depende do surgimento de vagas e de processo seletivo interno, seja mais formal, seja coordenado pela gerência. Se aprovado, ele muda de função, não de carreira. No ramo técnico, por exemplo, começa como assistente de tecnologia, passa a assessor júnior e assim por diante", conta Itaborahy. Ele acrescenta que, eventualmente, o departamento recruta de outra área alguém com reconhecida experiência. "Mas a verdade é que nem todos os graduados em computação e tecnologia do banco estão trabalhando em TI", diz.
O gerente afirma que o banco investe pesado na qualificação dos seus profissionais, inclusive por meio de universidade corporativa. Segundo ele, é comum a própria área de TI se adiantar e montar cursos para, em seguida, credenciá-los na universidade corporativa. A empresa também patrocina cursos de especialização em universidades de primeira linha. "Eu mesmo fiz pós-graduação em engenharia de software pela USP, em uma turma fechada, e de sistema de informação na FGV, ambos patrocinados pelo BB. Mas isto não significa promoção automática. O que dá é uma pontuação que pode ser benéfica em um processo de concorrência", revela.
Para o gerente, a maior vantagem de trabalhar na TI do BB é o fato de ser uma grande empresa. "Mais do que ser pública, é uma corporação que investe pesado em inovação e está à frente em muitos aspectos nessa área", comenta. Além disso, ele destaca os benefícios óbvios, como a certeza de uma carreira longa, o que, além da segurança, permite um conhecimento da empresa e dos seus objetivos em um nível pouco comum na iniciativa privada. "Se a gente olha o conjunto de vantagens e remuneração, na média, o banco está igual ou melhor do que o mercado. Claro que vários talentos nossos, como os especialistas em tecnologias específicas, ganhariam mais nas empresas privadas", compara. Por outro lado, Itaborahy reconhece que a estabilidade na carreira pode trazer limitações.
Desafios motivadoresRosana Watanabe Hanada, gerente nacional de informações de TI da Caixa Econômica Federal (CEF), indica aos interessados em ingressar no banco que os desafios tecnológicos são maiores do que em outras empresas do setor privado "porque não se limitam ao retorno financeiro, uma vez que se trata de um banco 100% público e um dos principais agentes de políticas públicas do governo federal", explica.
A gerente informa que a Caixa e outros órgãos do setor público no Brasil vêm promovendo uma renovação no seu quadro de pessoal, a partir da realização de concursos. Há uma busca por profissionais altamente capacitados e que possam escalar gradualmente posições na empresa. Quanto aos atrativos para a área de TI, Rosana argumenta que não estão restritos somente às possibilidades de ganho financeiro. "Os próprios desafios são motivadores, porque trazem grandes oportunidades para o profissional, dando-lhe acesso a tecnologias inovadoras e permitindo, inclusive, que seja protagonista tanto da mudança social quanto da liderança internacional do Brasil em alguns setores de TI", analisa. Para ela, o sentimento de pertencer a uma instituição responsável pela implantação das políticas públicas do governo federal é uma grande motivação para se trabalhar no setor público.
O banco possui um dos maiores complexos computacionais das Américas. Muitos dos seus projetos de TI se tornam cases conhecidos no mercado, pela inovação e pelo pioneirismo. Por trás desta atuação, há pesados investimentos tanto em tecnologia quanto em pessoas. O ingresso no quadro de empregados se dá exclusivamente por concurso público, existindo um polo específico de TI. Já a ascensão profissional acontece por mérito ou antiguidade (promoção) ou por meio de processos seletivos internos para acesso a um plano de cargos comissionados, diferenciados em termos de responsabilidade e complexidade. "Todos os empregados que possuem os requisitos exigidos para o cargo em comissão podem concorrer. Inclusive, estamos prestes a lançar um novo concurso para buscar profissionais específicos para atuar na área de TI", avisa.
A executiva diz que há na CEF uma priorização para a tecnologia da informação. Os empregados lotados nas unidades vinculadas à vice-presidência de TI têm condições diferenciadas para acesso aos cargos em comissão da área. "Nesse processo, são reconhecidas as suas experiências externas."
Rosana chama atenção para o fato de que a estabilidade, uma das diferenças básicas do emprego público em relação ao setor privado, proporciona a possibilidade de planejar o crescimento numa carreira de uma área específica. Outra diferença do setor reside nos valores que devem nortear o atendimento. "O profissional deve ter em mente que o foco do setor público é o benefício para sociedade como um todo", diz. Além disto, existe uma necessidade de adaptação às mudanças cíclicas de gestão, relativas a trocas de governo. "Este é um dos principais desafios", julga a gerente. Como estímulo, ela informa que a Caixa incentiva e apoia a formação acadêmica e o desenvolvimento profissional de seus empregados, oferecendo cursos e universidade corporativa virtual. "O banco também viabiliza um plano de previdência complementar ao benefício do INSS e o Saúde Caixa, um plano de saúde que contempla o empregado e sua família", explica.
Nem tão diferente assim
Na área de TI da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) desde 1979, Maurício Loureiro, superintendente de tecnologia da informação, avisa que profissionais de TI de empresas públicas enfrentam desafios muito similares aos profissionais da iniciativa privada. "Como em qualquer empresa, o profissional de TI deve procurar deixar de ser apenas um ótimo técnico e buscar atualização permanente, sintonia com o mercado, agilidade e flexibilidade no atendimento das demandas internas, conhecimento da empresa e alinhamento com as áreas de negócio. São fatores essenciais para o crescimento na área", relata o superintendente, que lidera um time de 235 profissionais, a maior parte alocada nas áreas de operação, infraestrutura e telecom (48%) e desenvolvimento e manutenção de sistemas (39%).
As perspectivas de crescimento dessa equipe são as mesmas dos demais profissionais da empresa, pois estão vinculadas a uma única política corporativa de RH. Segundo Loureiro, a realização de projetos inovadores tem exigido da Sabesp muitos investimentos em treinamento e capacitação, com benefícios para os profissionais. "Em 2010, traçamos planos com o objetivo de aprimorar a comunicação interna e externa, a multiplicação de conhecimentos e a capacitação dos profissionais da superintendência. Em 2009, realizamos o I Encontro de TI, com palestras proferidas por profissionais do mercado sobre temas atuais de TI", conta.
Sem ter passado pela experiência privada, Loureiro comenta sobre as habilidades que o CIO precisa ter para atuar em um setor onde há menos liberdade para investir com rapidez na modernização da TI, devido à exigência de licitações, por exemplo. "O profissional que toma decisão precisa desenvolver espírito empreendedor, ter habilidade para negociar com o mercado, poder de convencimento junto à alta direção para ‘vender" os projetos e capacidade de planejar a TI para estar em sincronia com a organização", enumera.
Empenhado em tornar a TI da Sabesp menos reativa, Loureiro acredita que o conhecimento técnico em um determinado nível para administrar o ambiente tecnológico é importante, mas não imprescindível. "É preciso ter conhecimento dos negócios da organização, ter liderança junto ao seu time e conhecer o funcionamento das principais áreas da empresa", explica. Como dica para crescimento na carreira, ele ressalta, além dos estudos formais, a participação em eventos e congressos que abordam as tendências no setor. "Nestes eventos tenho oportunidade de trocar experiências com outros profissionais; isto é muito bom", diz.
Saber esperarFátima Motta, professora dos cursos de gestão de pessoas da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e sócia-diretora da F&M Consultores, ressalta o papel do CIO na gestão e motivação dos profissionais de TI das empresas públicas. Segundo ela, o processo de crescimento interno pode ser altamente desmotivador, uma vez que as pessoas têm de esperar muito tempo para realizar concursos internos que lhes permitem subir degraus da carreira. "Neste cenário, o CIO tem de ter habilidade interpessoal, saber gerir e motivar pessoas, além da visão estratégica com foco em inovação", diz. Para a consultora, os CIOS em geral são formados para serem mais técnicos. "Muitos problemas quanto à orientação dos subordinados, delegação de poderes, resolução de pequenos problemas ou motivação vêm dessa formação mais técnica e menos comportamental", comenta.
Como especialista na formação e desenvolvimento de lideranças e como coaching de executivos, Fátima percebe que há muito trabalho isolado em TI. "Isso não é bom. Crescer nessa carreira significa saber se relacionar e dialogar com os outros, independentemente de o cargo ser público ou privado", finaliza.

Quando é hora de mudar de estágio?

http://www.vagasparaestagios.com.br/noticias-de-estagios/quando-e-hora-de-mudar-de-estagio


O estudante precisa viver, no mínimo, dois "relacionamentos" distintos para ter acesso à cultura e valores empresariais diferenciados. Em cada um destes relacionamentos ele precisará passar pelo período de experiência. Só depois disso, e com as três respostas para as perguntas acima, é que ele saberá se ainda é tempo de investir ou se é hora de partir para outra.

A dúvida do "fico ou não fico" é muito comum para a maioria dos estagiários, especialmente porque na universidade todo mundo insiste na máxima de que estágio serve para dar experiência e quanto mais experiência melhor. A atual realidade do mercado, porém, mostra que não é só isso que pesa na balança. Antes de sair trocando de estágio a cada seis meses o estudante deve enxergar as possibilidades que uma empresa pode oferecer. E, acredite, elas vão muito além da efetivação.

Segundo a consultora de carreira do Unifieo (Centro Universitário FIEO), Maria Bernadete Pupo, em primeiro lugar, o estudante tem que se preocupar com o que a empresa pode oferecer em termos de aprendizado. Ainda que seja comum ter a preocupação com a efetivação - especialmente para os jovens que pagam sua faculdade - o melhor é pensar na troca de experiências entre empresa e estagiário. Se não houver mais ganhos para ambas as partes, é hora de trocar. "O estudante precisa levar em conta o que aprende com sua experiência profissional. Há empresas que, infelizmente, não têm plano de carreira, mas mesmo assim são capazes de contribuir para o crescimento do estagiário", diz a consultora.

Esse crescimento está diretamente ligado às competências que o estudante vai desenvolver no ambiente de trabalho, são elas: disciplina, iniciativa, espírito de equipe, ética profissional, visão de conjunto e comprometimento com metas. "Esta junção de competências é que transformam o estudante inexperiente no profissional desejado pelo mercado. Isso não se aprende na faculdade, mas no trabalho", acredita Maria Bernadete.

O diretor da Agieer - empresa de consultoria de estágios - Eduardo Collinett, lembra que uma empresa pode dar a oportunidade de contato com grandes especialistas em sua área, profissionais com carreira brilhante que, só pela proximidade, já inspiram o estudante. Para ele, isso conta tanto quanto a chance de efetivação. "Estar envolvido no dia-a-dia de uma grande redação, por exemplo, com grandes profissionais com muita história para contar é uma vantagem imensurável para qualquer estudante e é algo que a faculdade não consegue oferecer", diz.

Além disso, os especialistas lembram que com as mudanças nas relações do trabalho e a demanda crescente por profissionais autônomos, depois de formado, um estagiário pode facilmente se tornar um freelancer bem requisitado ou ser indicado para uma outra empresa. Por isso, defendem os especialistas, não vale dar adeus ou recusar um estágio apenas por causa do valor da bolsa-auxílio ou pelas remotas chances de efetivação.

Por esta razão, a consultora do IBTA Carreiras, Cristiane Cortez, faz uma sabatina com os alunos quando eles batem a sua porta decididos a trocar de estágio. O objetivo é entender o porquê da mudança e orientar os jovens sobre o desligamento de uma empresa. "A reclamação que ouço de boa parte das empresas é a falta de comprometimento do estudante. Ele quer o estágio, mas na primeira dificuldade acha que a solução é abandonar", explica.

Segundo Crestina, o problema é que estudantes com esse perfil ou se "queimam" quando saem da empresa precocemente, ou se tornam dispensáveis na equipe porque não conseguem expor e tampouco vencer suas dificuldades. "Os estudantes precisam entender que estagiar é fazer parte do meio profissional, uma vez inserido neste meio, suas decisões não podem mais ser pautadas na impulsividade, pois irão se refletir lá na frente, tanto para seu sucesso como para seu fracasso", diz.

Em sua opinião, o estudante precisa ter autocrítica para avaliar seu comportamento, crescimento e dificuldades, afim de que também possa se ajudar a crescer. "O estagiário precisa ter capacidade de auto-avaliar para identificar se sua conduta é apropriada e coerente ao ambiente de trabalho do qual faz parte. Hoje, vejo que muitos esperam tudo da empresa e pouco contribuem. É preciso lembrar que o que me difere do outro é o valor agregado que individualmente trago para a empresa. No caso dos estagiários, vale apostar na humildade, pró-atividade e vontade de aprender", ressalta Cristiane.

Mas certamente muitos já pensaram em jogar tudo para o alto diante de um contexto turbulento. Não que uma vez ou outra pensar nisso e desanimar seja um problema. Os estagiários, porém, não só têm mais facilidade, como menos peso na consciência para fazê-lo. Às vezes decidem ir embora sem dar qualquer feedback de que não esteja satisfeito, outra reclamação das empresas.

Neste caso, embora não haja vínculo empregatício entre empresa e estagiário, vale o bom senso: peça alguns dias para organizar sua rotina e não deixe a empresa na mão. "O futuro empregador não só será compreensivo com tal atitude, como ficará aliviado em saber que contratou um estagiário comprometido e que não fará isso com ele quando chegar sua hora", diz Cristiane.

Os especialistas lembram que, antes de partir para outra, vale fazer um mapeamento de carreira para procurar obter todas as experiências necessárias durante seu período como aprendiz. "Não adianta fazer um spam de currículo. O estagiário precisa saber o que busca em termos de aprendizado e de oportunidades de crescimento. Por isso, vale fazer um mapa das 'empresas dos sonhos' para adquirir as experiências procuradas e as oportunidades desejadas", defende Maria Bernadete.

Na opinião de Collinett, outra boa dica é procurar empresas que ofereçam estágios do tipo job rotation, ou seja, que dêem oportunidade do estudante passar por diversas áreas ligadas à sua formação e ter uma visão macroscópica do negócio da empresa. "Nesse tipo de estágio, o estudante pode conhecer diferentes atuações de sua área profissional, sem precisar trocar de empresa para adquirir diferentes experiências", conclui.

COMENTÁRIO: Só consulte antes  as regras da disciplina de Estagio Supervisionado antes de mudar de estágio, caso esteja cursando a disciplina de estágio obrigatório (avaliação e frequencia), para não ter surpresas depois.

Geração Y - Quem são? Quem somos?

http://www.vagasparaestagios.com.br/noticias-de-estagios/gerac-o-y-quem-s-o-quem-somos


Em o “Diabo veste Prada” quem não lembra o sorriso prazeroso de Andrea Sachs, personagem de Anne Hathaway demitindo-se e libertando-se de Miranda Priestly, vivido por Meryl Streep para seguir com seus sonhos: namorado, carreira de jornalista, liberdade de escolhas e não simplesmente ser um clone de um chefe que se alimenta do poder, maltrata sua equipe e como a “Rainha Vermelha” de “Alice no País das Maravilhas” de Tim Burton prefere ser temida por medo de não ser amada?


Que geração é essa que não precisou lutar de arma na mão, não queimou sutiãs em praças públicas e que não lembra a propaganda “o primeiro sutiã a gente nunca esquece”? Que geração é essa que não luta com um discurso recheado de palavras duras voltadas contra o inimigo, expressando raiva, dor, indignação, e forçando mudanças no sistema.

Porém essa geração é a que está antenadíssima nas questões de sustentabilidade do planeta. É uma geração que tem seu ritmo próprio, ou sua “trilha sonora” dentro de um celular caríssimo e que é multifuncional.

Mas o que esses jovens de hoje buscam realmente são pais ou chefes que sejam modelos a serem seguidos. Não precisam ser perfeitos, mas basta serem humanos e de preferência pessoas comuns que realizam sonhos possíveis, pessoas simples (e ser simples e descomplicar a vida não é nada fácil).

Desejam profecias auto-realizáveis e positivas. São capazes de libertarem-se de cargos, carreiras, profissões e recomeçar sempre, pois prazer e ambiente de trabalho com “gestão de bem-estar” fazem parte do pacote.

Buscam trabalho que façam sentido ou “reason why” (porque faço o que faço) e querem ser respeitados como indivíduos.

Sendo assim, a próxima pergunta é: quem não quer?

E a boa noticia aos inconformados por menos do que isso (como eu), é que ser jovem é ter consciência de que não se sabe o bastante, que é possível mudar constantemente e assim manter a chama acesa de uma ansiedade crônica por dias melhores!

Glaucia Megna é formada em Turismo, com especialização em Comércio Internacional e MBA em Gestão Empresarial, ambos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), tendo larga experiência em Gestão Estratégica de RH, em autodesenvolvimento de executivos e análise de poder e de cultura das organizações. Consultora em Desenvolvimento Organizacional, Planejamento, Orientação de Carreira e Counselling para altos executivos.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O Nó da Gravata

http://homensmodernos.wordpress.com/2006/09/25/o-no-da-gravata/

Aposto que vocês não sabem que há pelo menos uns 80 jeitos diferentes de dar nó em gravata. É claro que você não precisa aprender e usar todos eles, mas deve sim ser um master em pelo menos 5 deles: o simples, o duplo, o Windsor, o semi-Windsor e o da gravata borboleta.
Mas antes de irmos a eles uma dica pra lá de importante: sabe essas gravatas tipo clip-on que já vêm com um nó dado e que é só clipar na camisa? Jamais, em tempo algum, sob hipótose nenhuma use uma delas. Nem no desespero. Não há nada mais sem classe e deprimente de se ver do que uma dessas coisinhas pseudo-penduradas no seu pescoço. E não pense que não dá pra notar, porque dá sim. Aprenda a dar o dito nó, ou então peça a alguém para dá-lo, mas nunca me use um clip-on. Please!
Para ver o diagrama de como fazer cada um dos nós, é só clicar na imagem de cada um deles.
Bom, o nó simples é o mais usado por aí e o mais fácil de dar. Vai bem na maioria das ocasiões e é melhor dado numa camisa de colarinho clássico, sem que este seja muito aberto. Mas pode passar como uma opção nos outros também. Ótimo para quem tem pescoço curto, pois alonga. Use-o nas gravatas de tecido encorpado, pesado já que numa de seda por exemplo, vai ficar muito estreito.
Nó SimplesNó Simples
O nó duplo é mais amplo do que o simples e dá um ar mais polido, formal ao seu look. Pode ser dado em todos os tipos de gravata, mas é melhor se dado nas de tecido leve ou médio. Cai bem na maioria das ocasiões.
Nó Duplo 
O nó semi-windsor é um nó que não é muito grosso nem muito fino (como o nó duplo) e por isso pode ser usado em gravatas de diferentes tecidos e cai bem na maioria das ocasiões. Além de ser o mais usado por aqui, é bem mais fácil do que o windsor, que vem a seguir. Na dúvida, aposte nele.
Semi-windsorSemi-windsor
O nó windsor é o mais grosso e pomposo dos 4 nós. Dito por muitos o melhor para usar em situações mais formais ou nas quais você precise passar uma ótima primeira impressão como é o caso de apresentações, aparições em frente ao juiz etc. Mas cuidado, pois às vezes é percebido como too much. Melhor usado com camisas de colarinho mais amplo de corte francês ou europeu, por exemplo e em gravatas de tecido que não seja pesado ou encorpado demais. Também veste melhor os que têm pescoço longo e/ou magro. Não use com gravatas muito grossas já que o nó ficará por demais exagerado.
Windsor 
O nó da gravata borboleta é usado juntamente com smokings ou quando você quiser dar uma diferenciada nos seus ternos. E lembre-se: um bom nó borboleta nunca é perfeitinho. E de novo, nada de borboletas já prontas. Dê o seu.
Gravata Borboleta
E se precisar de fotos e how-tos melhores… dê uma olhada aqui.

10 dicas de conteúdo para criar um modelo de Currículo

http://www.efetividade.net/2006/11/10/10-dicas-de-conteudo-para-criar-um-modelo-de-curriculum-caprichado/

Criar o seu currículo profissional e mantê-lo atualizado é uma atividade que ajuda a visualizar o andamento da sua carreira, e pode fazer a diferença na hora em que você precisar concorrer com outras pessoas por uma vaga, principalmente quando houver pré-seleção (a partir dos currículos, sem chance de um contato adicional) para ver quem passará para a fase das entrevistas.
Devido às minhas atividades profissionais, eu analiso dezenas de currículos de profissionais da área de informática todos os anos, e sempre me impressiono como pessoas com tanta intimidade com o computador podem ter tão pouca noção sobre fazer um documento facilmente legível, compreensível e pesquisável. Muitas vezes tenho a desagradável tarefa de pré-selecionar exclusivamente pelo currículo pessoas para agendar entrevistas para as vagas mais disputadas, e quando isso acontece, a forma de apresentação do currículo é muito importante.
Ao contrário do que o candidato pode pensar, isso não significa que aquele que tem o currículo mais caprichado leva vantagem (embora indiretamente leve), mas sim que aqueles que enviam um currículo desleixado ou incompleto acabam ficando para trás, porque as informações essenciais para a tomada da minha decisão acabam não estando tão acessíveis quanto deveriam – e isso certamente diz alguma coisa sobre o profissional que enviou aquele documento.
As dicas abaixo falam sobre conteúdo e formatação, e foram construídas a partir de um conjunto de artigos disponíveis na Internet (referenciados ao final) e da minha própria experiência profissional. Elas não se aplicam tanto a currículos acadêmicos (Lattes e coisas assim), mas podem fazer a diferença crucial para você ser selecionado para a próxima vaga de emprego ou mesmo de estágio a que você for concorrer.
Você está lendo a parte 1, referente ao conteúdo do seu currículo. A parte 2, sobre o que fazer e o que evitar na formatação visual do currículo, também já está disponível, aqui mesmo no Efetividade.net.

 

10 dicas de conteúdo para criar um modelo de curriculum caprichado

Quando alguém for analisar se deve ou não contratar você, ou chamar você para uma entrevista, existe um determinado conjunto de informação que essa pessoa precisa ter à mão – e cabe a você encontrar este ponto de equilíbrio, sem deixar faltar nenhum dado essencial, nem colocar informações desnecessárias que possam prejudicar a análise.



Siga as seguintes dicas:
1 – Nada de pressa. Prepare-se para dedicar algum tempo à tarefa de criar o seu currículo – ele não vai ficar pronto em 10 minutos, e certamente será um tempo bem empregado.
2 – Faça um diagnóstico. Procure se informar (no site da empresa, na imprensa ou de outra forma) sobre o que fazem as empresas para as quais você vai entregar o currículo, e que tipo de profissionais elas procuram. Escreva os currículos dando destaque às características que você tem e que se adequem ao perfil que a empresa deseja.
3 – Seja original. Para se inspirar, não há problema em ver modelos de currículos divulgados na imprensa ou em sites especializados, mas não os copie. Lembre-se que o seu avaliador provavelmente vai receber vários outros iguais a aquele modelo, e tudo o que você NÃO quer é ser apenas “mais um”
4 – Seja localizável. As informações de contato são essenciais. Elas devem vir no alto, em destaque, na primeira folha. Não procure ser mais extensivo do que o necessário: para a minha análise, basta ter o nome completo, telefone fixo, telefone celular e e-mail (todos devem estar atualizados e corretos). Informar múltiplos telefones fixos ou múltiplos e-mails deve ser evitado, a não ser que você tenha uma boa justificativa – o mínimo que se espera de um possível contratado é que ele consiga decidir qual o seu telefone e o seu e-mail de contato.
5 – Tenha um foco. Se você está procurando ao mesmo tempo uma colocação como professor de violão clássico e como programador web, faça um currículo separado para cada uma das vagas, sem misturar neles as aptidões tão diferentes entre si. Mas não tenha medo de mencionar (mas aí como nota adicional, sem destaque) no currículo para uma vaga técnica as suas aptidões artísticas ou humanas, ou vice-versa – as empresas não contratam robôs, e muitas vezes têm interesse em saber desde cedo como é a pessoa (e não apenas o profissional) que está contratando. O mesmo vale para atividades extra-curriculares, trabalhos voluntários e outros “extras”.
6 – Seja claro, direto e verdadeiro. Um ponto essencial é incluir a informação correta e completa, de forma direta e concisa. Tentar mascarar informações que a empresa vá descobrir depois é um risco desnecessário, e pode levar a uma posterior avaliação negativa simplesmente pelo fato de você ter tentado.
7 – Escreva de maneira informal, mas corretamente. Leia e releia, remova os erros de ortografia e gramática. Pontue, acentue. Entregue para alguém revisar, e verifique inclusive os dados e números. A última coisa que você quer é que o seu telefone de contato esteja errado. A penúltima coisa que você quer é que a presença de erros de digitação levem o seu avaliador a acreditar que você não é zeloso, ou que escreve mal.
8 – Seja seletivo. Dificilmente o seu avaliador desejará saber onde você fez o pré-escolar, ou o estágio obrigatório para se formar no segundo grau. É provável que ele queira saber se você fez cursos de informática ou de formação profissional em alguma área, mas o número de vagas para as quais é relevante a informação de que você fez curso de piano quando tinha 12 anos é bastante limitado. Incluir este tipo de detalhe no currículo é praticamente uma confissão de que o candidato não tem nada de mais relevante para informar, ou que não tem discernimento do que é importante. Duas boas razões para sair da pilha dos currículos que serão chamados para a entrevista…
9 – Inclua o essencial. Em um bom currículo, não podem faltar as informações de contato atualizadas, uma caracterização sobre você (nome completo, data de nascimento, cidade onde mora, estado civil, se tem filhos) dados sobre as experiências profissionais recentes (empregos, estágios – incluindo período e atividade desempenhada em cada um deles, no mínimo), a formação acadêmica (com detalhes apenas sobre as mais relevantes), e outras atividades e fatos que possam ajudar a definir você como profissional: participação em cursos e eventos, atividades como instrutor, atividades comunitárias, domínio de idiomas, aptidões adicionais (exemplo: dirigir, ter carro próprio…) e outros itens, desde que sejam relevantes para a vaga pretendida!
10 – Capriche no visual. Claro que a parte mais importante do seu currículo é o conteúdo, mas você definitivamente não deseja causar má impressão. Imprima com capricho, e entregue originais (e não xerox) do seu currículo em cada empresa. Se você tiver que corrigir alguma coisa, simplesmente edite e imprima de novo, nada de alterar escrevendo com esferográfica sobre o seu original desatualizado. Lembre-se que se você caprichar, o seu currículo pode ser o primeiro contato que a empresa terá com você. Mas se você não caprichar, é provável que ele seja o último.
E lembre-se sempre: nada de excessos. A sabedoria está no equilíbrio!


Como se comportar em uma entrevista de emprego

http://www.primeiroempregohoje.com.br/2011/02/02/republicacao-como-se-comportar-em-uma-entrevista-de-emprego/


O Primeiro Emprego Hoje recebe muitos acessos relacionados a como escrever um currículo para o primeiro  emprego por isso republicamos ontem nosso texto sobre o tema. Como o passo seguinte à criação do currículo é a entrevista resolvemos republicar também novamente o texto sobre entrevista de emprego.
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Uma entrevista de emprego pode ser tranquila e agradável, mas ela também pode ser problemática e traumática, depende muito de como você se comporta nela. Todo mundo sabe que o ideal é controlar o nervosismo, mas nem sempre é possível fazer isso. Para falar de como se comportar em uma entrevista o Primeiro Emprego Hoje conversou com a  consultora de etiqueta empresarial Maria Aparecida Araújo. que deu 8 dicas básicas para os leitores do site.
1-Como diminuir o nervosismo na entrevista?
Leia tudo que encontrar sobre a empresa;
Conheça profundamente o seu currículo
Prepare-se para as perguntas que provavelmente lhe serão feitas:
quais são seu pontos fortes? E fracos?
Por que acha que está qualificado para esta vaga?
O que está buscando?
Qual o maior desafio que você venceu e como?
2-O jovem que acabou de sair da faculdade deve contar suas experiências positivas na entrevista?
É importante fazer uma correta avaliação de seus pontos fortes e elabore um discurso que informe ao entrevistador porque seria bom para a empresa a sua contratação. Tenha o cuidado de não ser arrogante, prefira dizer “acho que” ou ”penso que” ao invés de ”tenho certeza de que” ou ”claro que é isto”.
Se você teve altas notas em uma matéria, participou de trabalhos voluntários ou de atividades extra-curriculares com esportes, estas experiências podem impactar positivamente.
3-Maiores gafes que você pode cometer na entrevista de emprego:
Vestir-se de forma inadequada
Chegar atrasado
Não ser cordial/ não cumprimentar as pessoas da recepção, seguranças entre outros.
Falar em voz alta com as pessoas ou ao celular
Fazer piadinhas de mau gosto
Falar mal da empresa anterior, ou fazer críticas aos professores e colegas da faculdade
Ser perguntado: “O que você sabe sobre nossa empresa?” e não saber responder
4-O que vestir na entrevista de emprego:
A aparência é algo muito importante para a entrevista de emprego. A imagem adequada diz bastante sobre o profissional.
Homens terno escuro, azul marinho ou cinza grafite, evite o marrom. Gravatas de bichinhos e sapatos gastos ou sujos estão fora de questão.
Para as mulheres cores neutras são a melhor opção e saias em comprimento discreto, meias finas sem fio puxado, pouca maquiagem e mínimas bijuterias.
A bolsa deve ser discreta e bem arrumado, os sapatos de preferência de salto médio em bom estado
Melhor que estrear uma roupa nova que não dê liberdade é usar uma roupa que caia bem e dê segurança.
Unhas e cabelos devem estar em perfeita ordem.
5-Como causar uma boa impressão:
O ideal é chegar com 20 minutos de antecedência, para poder ir ao toalete verificar sua aparência e respirar fundo e mentalizar o sucesso da entrevista.
6-É obrigatório apertar a mão da pessoa que vai te entrevistar?
A iniciativa do aperto de mão e o convite para sentar devem ser do entrevistador. Mesmo que você seja mulher, o entrevistador só se levantará se for cavalheiro.
Entre na sala com postura corporal correta e sente-se na cadeira com a coluna reta, ajustando-a ao encosto totalmente. Não coloque os cotovelos sobre a mesa e não masque chicletes. Não fique passando a mão na cabeça, no cabelo ou coçando as orelhas.
7-Como não devemos cumprimentar a pessoa que vai nos entrevistar?
Tenha cuidado para não cumprimentar o entrevistador usando gírias, mascando chicletes ou dando tapinhas nas costas.
8-O que fazer caso o entrevistador prometer ligar em uma semana e não ligar? Tomar a dianteira e entrar em contato com a empresa mostra interesse ou desespero?
Se você não recebeu uma resposta no prazo combinado, não há problema em ligar. Faça uma breve chamada e pergunte se ainda há alguma coisa que deveria enviar. Seja discreto e cordial e não faça parecer que está cobrando um procedimento que não foi cumprido.