sexta-feira, 17 de junho de 2011

Como fazer um networking vencedor?

http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/como-fazer-um-networking-vencedor/35373/

Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer gente nova
Vamos imaginar uma cena que acontece com muita gente. Subitamente você recebe uma ligação de um amigo que há muitos anos não fala com você. A conversa começa com algo do tipo "Há quanto tempo! Você sumiuuuuuu...". Bem, você NÃO sumiu – seu endereço, seu telefone e seu e-mail continuam os mesmos. Você continua frequentando os mesmos lugares. Qualquer um que quisesse lhe encontrar, a qualquer momento, saberia onde e como...

Você dá "corda" para o amigo, e ele segue falando. Relembra eventos dos "velhos tempos", pergunta se você ainda mantém contato com os colegas de antigamente... Quando chega o momento adequado, ele dá o "bote". Conta que está com problemas, possivelmente desempregado, e está procurando ajuda. Quem sabe uma indicação para um novo emprego?

Bem, o que vimos aqui é um exemplo de como NÃO fazer networking. Tenho certeza que muitas pessoas que estão lendo isso já se viram na situação descrita. Algumas outras podem ainda ter participado de uma cena parecida, mas na embaraçosa situação do "amigo" que só se lembra dos outros quando precisa de alguma coisa...

Fazer networking não é apenas conhecer pessoas e trocar cartões. Um networking vencedor deve ser cultivado de forma muito cuidadosa. Networking é sobre pessoas e relacionamentos, e é um grande equivoco tratar seu networking como aquela coleção de figurinhas da infância, que fica guardada em alguma caixa empoeirada que você só abre em momentos de "surto nostálgico".

A rigor, não existem regras para se fazer um bom networking, mas se fosse para elencar uma "regra principal" do networking vencedor, diria algo como "faça ANTES de precisar". Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem e a maré está favorável para desenvolver relacionamentos e cultivá-los. Faça o que puder para conhecer pessoas novas e interessantes, que possam representar oportunidades futuras, mas se esforce ainda mais em cultivar o networking que já tem. Mantenha contato com essas pessoas, interesse-se por elas (no sentido de ser "interessado" e não "interesseiro") e faça um grande favor a si mesmo: Jamais coloque-se na situação constrangedora de ser a pessoa que lembra dos "amigos" apenas quando está em dificuldades.

Uma boa dica para pessoas que querem fazer um networking vencedor é começar com um inventário dos contatos, amigos e colegas. Antes de procurar conhecer novas pessoas, é interessante tentar fazer algo com aquilo que já temos à mão. Há quanto tempo você não dá um "alô" para seus contatos? Ligar de vez em quando ou mandar um e-mail (um e-mail pessoal, por favor nada de e-mails coletivos com mensagens "bonitinhas" ou as infames "correntes") é uma medida muito salutar. Geralmente as pessoas costumam gostar quando damos demonstrações de interesse.
Melhor ainda quando não pedimos nada em troca ou insinuamos alguma intenção oculta. Se dermos, periodicamente, uma demonstração de interesse para essas pessoas, certamente será muito mais fácil conseguir algo delas no futuro caso realmente precisemos. Pequenas atitudes como essas fazem com que estejamos presentes na memória de curto prazo das pessoas. Será muito mais fácil sermos lembrados quando elas ficarem sabendo de alguma oportunidade que não interessa para elas, mas elas sabem que seria a oportunidade "da sua vida".

Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer gente nova. Frequentar eventos de interesse de profissionais de sua área, cursos ou mesmo eventos sociais absolutamente despretensiosos. Vale tudo. Em qualquer lugar é sempre possível encontrar pessoas interessantes, mas sempre observando a regra de "fazer antes de precisar".

Deixar para fazer sua rede de contatos quando se está "na pior" é contraproducente. Geralmente quem está na posição de querer algo e não poder contribuir com nada em troca acabará ingressando em redes sociais de baixo nível. Comece a fazer sua rede de contatos e, principalmente, a cultivá-la AGORA. Não espere o momento em que vai precisar dela.
André Massaro é consultor de finanças, criador do programa integrado de desenvolvimento financeiro MoneyFit® e atua como trader independente de derivativos na bolsa de valores. É autor do livro MoneyFit (Editora Matrix).

Profissionais da geração Millenium querem acesso livre às novas tecnologias

http://revistavocerh.abril.com.br/noticia/conteudo_429889.shtml

É o que mostrou pesquisa realizada com jovens dos Estados Unidos, que resistem a aderir às políticas corporativas tradicionais
Pesquisa da Accenture, empresa de tecnologia, consultoria e outsourcing, revela que estudantes e profissionais da geração Millenium (de 14 a 27 anos) esperam encontrar suas próprias tecnologias e dispositivos móveis no trabalho. Esta geração também opta por atuar em empresas que aceitam o uso de ferramentas pessoais com as quais tem acesso normalmente.

O levantamento, realizado com mais de 400 estudantes e profissionais dos Estados Unidos de três faixas etárias – 14 a 17 anos (Millenium jovens), 18 a 22 (Millenium adultos) e 23 a 27 (Millenium seniores) – identificou uma crescente demanda por ferramentas disponíveis que conectem amigos, parceiros e família.

O estudo mostra que há divergências entre o que as empresas oferecem aos seus funcionários e a forma como os jovens profissionais esperam utilizar a tecnologia no local de trabalho. Mais da metade dos entrevistados (60%) não têm conhecimento das políticas de suas companhias em relação à Tecnologia a Informação (TI) ou não têm incentivo para seguir as regras.

Os Millenium jovens esperam usar as mesmas ferramentas, sites e serviços tanto no ambiente de trabalho quanto na escola e, não necessariamente, os fornecidos pelas organizações. Quando questionados qual tecnologia eles utilizam ou acessam para atividades relacionadas ao trabalho, que não são fornecidas por seu empregador, os Millenium adultos citaram celulares (39%), tecnologias de plataforma aberta (19%), mensagens instantâneas (27%), aplicativos online (12%) e sites de redes socias (28%).

A pesquisa indica que as organizações terão de oferecer novos canais de comunicação e atuação. A geração Millenium espera que as empresas disponibilizem meios de comunicação como chat, mensagens instantâneas, blogs e mini-blogs e sms para se comunicar com seus consumidores e clientes.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

NetWorking

vide
http://ze-escraviario.blogspot.com/2011/02/quem-indica-principal-ferramenta-para.html


A melhor forma de atingir os objetivos na vida profissional e montar a sua networking.

As dicas de vagas de estágio, trainee e de empregos anunciadas em comunidades virtuais maximizam as chances, tanto na escolha das vagas (para não entrar numa fria) como melhora as chances de consegui-las (QI : quem indica). É importante que as oportunidades sejam acompanhadas de outras postagens na comunidade virtual, com comentários responsáveis.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Qual empresa de tecnologia paga os melhores salários?

http://www.gizmodo.com.br/conteudo/qual-empresa-de-tecnologia-paga-os-melhores-salarios/


Uma pesquisa da PayScale revela qual empresa de TI paga mais aos funcionários: dentre Microsoft, Apple e Facebook, é o Google que oferece os melhores salários – 23% acima da média do mercado de TI. No Google, você começa a carreira ganhando cerca de R$11.000 por mês, e chega a R$18.600 com dez anos de experiência. Hora de enviar seu currículo!
Das maiores empresas americanas de TI, o Google tem os maiores salários em geral. Mas, considerando apenas quem está no início da carreira, a Microsoft paga mais: US$86.900 ao ano. Em segundo lugar vem o Google (US$82.600) e, em terceiro, a Intel (US$80.100). Considerando quem já tem experiência – no caso, 10 anos – o cenário muda um pouco: nesse caso, o Google paga mais, seguido de Microsoft e Apple. (O Facebook não tem funcionários o bastante com experiência longa, por isso a observação na tabela.) E são essas quatro empresas – Google, Microsoft, Amazon e Apple – que pagam bem mais, em geral, que a média de mercado, como você pode ver na tabela.
E quem paga menos? A Apple oferece o menor salário mediano para quem está começando, seguida de Dell e HP – estas continuam pagando menos mesmo a funcionários com experiência. A Dell paga, em geral, salários 4% acima da média no mercado de TI; a HP distribui salários 5% abaixo da média.
A metodologia do estudo está aqui. Basicamente, os salários da tabela são a mediana – não a média, para salários muito altos ou muito baixos não afetarem a medida. Não só o salário bruto foi considerado: benefícios, bônus, comissões etc. estão inclusos. E a pesquisa não limitou a pesquisa a funcionários de TI, incluindo setores como marketing e financeiro.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Profissional superqualificado é ignorado

http://info.abril.com.br/noticias/carreira/superqualificados-e-ignorados-09052011-7.shl



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SÃO PAULO – O Brasil sofreu, por muito tempo, de um fenômeno que lá fora ficou conhecido como brain drain, ou fuga de cérebros. Trata-se da evasão de profissionais altamente qualificados por falta de oportunidades de trabalho.

Até 2007, o país era responsável por 5% do total de emigrantes com nível superior vivendo fora de sua pátria, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O cenário hoje é absolutamente diferente. Isso porque as oportunidades de emprego no país são muito maiores do que as dos países do Hemisfério Norte, principal destino da nossa mão de obra bem capacitada.

Como efeito, profissionais liberais e aqueles com formação acadêmica especializada têm optado por fazer carreira por aqui. Porém, essas duas categorias de trabalhador têm empregabilidade diferenciada.

Os jovens que optam por seguir estudando após a graduação, e vão atrás de títulos de mestrado e doutorado, têm menor chance de fazer carreira em uma empresa em relação aos colegas que enviam seu currículo ao departamento de RH logo após a primeira graduação.

Ironicamente, presidentes de empresas, executivos de RH e headhunters reclamam da falta de mão de obra qualificada em todos os níveis hierárquicos, quando há 50 000 jovens com diploma de mestre e doutor, titulados apenas no ano passado.

Esse grupo representa uma reserva de gente qualificada. Porém, poucas empresas os enxergam como talentos em potencial.

Parte da explicação se deve ao fato de que eles têm boa base acadêmica, mas pouca experiência prática. Em países como Estados Unidos e Inglaterra, isso não é um problema.

É comum encontrar mestres e doutores atuando em consultoria, bancos de investimento, empresas de tecnologia e bens de consumo.


últimas notícias de Carreira

Como criar um currículo criativo no Facebook

http://info.abril.com.br/noticias/carreira/como-criar-um-curriculo-criativo-no-facebook-09052011-32.shl

SÃO PAULO – Dois meses. Esse foi o tempo que o designer italiano Claudio Nader, 28 anos, levou para conseguir um emprego novo após usar seu perfil no Facebook como vitrine do seu trabalho.


Tudo em meio a uma das piores crises que atingiu a Europa.

A ideia, segundo ele, era apenas lembrar seus contatos na rede criada por Mark Zuckerberg de que ele estava à procura de um emprego. Por isso, com alguns truques básicos de Photoshop, ele espalhou palavras chaves sobre seu trabalho no perfil que mantém no site de relacionamentos.

O resultado foi além do esperado. O perfil virou hit na web e ele ficou conhecido como o criador do “primeiro currículo para Facebook”.

“A empresa viu uma entrevista que fiz para um site e uma matéria sobre meu perfil na rede social”, diz. “Então, eles pediram para eu adicioná-los na rede social, trocamos alguns e-mails, eles me chamaram para uma entrevista em Milão e deu certo”.

Por conta da experiência, Nader, que hoje trabalha com marketing em mídias sociais na Itália, aderiu à frase “ideias podem vencer as crises” como lema de vida.

De acordo com ele, quem optar por usar as redes sociais como ferramenta para mostrar o próprio trabalho não deve se esquecer de alguns conceitos básicos de privacidade no meio digital.

“Minha ideia é baseada na organização das configurações de privacidade do Facebook, afirma. “Isso permite que minha conta tenha um lado privado e outro público”.

A ideia, segundo ele, é usar todos os recursos do Facebook – de perfil de usuários até aplicativos e outras ferramentas. “Seja criativo, pense de uma maneira inovadora, mas faça algo que demonstre, de maneira prática, suas habilidades”, afirma.

Confira, na página seguinte, os cinco passos de Nader para transformar o perfil dele no Facebook em um currículo:


Saiba onde estão as vagas em TI no Brasil

Por Rogerio Jovaneli, de INFO Online
• Terça-feira, 10 de maio de 2011 - 15h14
Getty Images
SÃO PAULO – Estudo da Hays, consultoria especializada em recrutamento, aponta quais são as principais tendências de contratações no país para 2011 e próximos anos. Telecom está em alta.

Segundo o relatório, atualmente o país conta com uma grande demanda por profissionais de SAP, de infraestrutura, gestão de projetos e analistas de negócios, cenário que deve se manter para os próximos anos, sendo que a proximidade de grandes eventos no país, como Copa de 2014 e Olimpíada de 2016, resultará no incremento das oportunidades no setor de telecomunicações.

De acordo com a Hays, para o Brasil receber tais eventos será preciso investir no avanço quantitativo e qualitativo nessa modalidade de prestação de serviços.

O mercado de trabalho está aquecido. No caso específico do segmento de TI, importantes fatores adicionais contribuíram para elevar a demanda de profissionais especializados.

O levantamento da Hays chama atenção para um movimento de internalização (insourcing) de alguns recursos pelas empresas da área de TI, especialmente em funções mais próximas aos negócios, como análise de negócios, segurança da informação e gestão de projetos e sistemas corporativos, fenômeno que impactará no formato da carreira, a forma de remuneração e aptidões exigidas do profissional de TI.

A internalização de algumas funções abre espaço para o crescimento, tanto do ponto de vista técnico quanto gerencial. O país vive a passagem do tradicional formato linear para um formato de carreiras paralelas (carreira em “Y”). Dessa forma, amplia-se o leque para diferentes vocações e expertises, com curvas salariais e de crescimento profissional diferenciadas, diz a Hays.

O movimento de insourcing nas empresas também impactará nas competências mais valorizadas pelos empregadores. Permanecem em alta itens como a certificação Project Management Professional (PMP) e Information Technology Infrastructure Library (ITIL), além do domínio da língua inglesa, uma exigência do setor, porém habilidades gerenciais como gestão de pessoas, orientação para negócios e domínio do conceito e práticas de governança começam a despontar como importantes critérios de decisão na hora da escolha e da contratação de um profissional de TI para algumas áreas nas empresas.